É sem dramas - reais, imaginários ou inventados - que a minha participação neste projecto d'O Mundo Foi de Férias chega ao fim.
A decisão, tomada em consciência e debatida com LadyHawk, não se reveste de outra razão que a mais simples de todas, tão simples que roça o cliché bolorento: abraçar outros projectos e outros desafios.
Mais de quatro anos depois (16 Dezembro 2008), deixo O Mundo entregue a LadyHawk com a certeza de que fica bem entregue.
Um muito obrigado à LadyHawk - com a qual continuarei a colaborar, mas agora noutros projectos - e a todos os leitores e leitoras que perderam algum do vosso tempo nestas paragens.
Finalmente, uma palavra de agradecimento ao T. - tu é que a sabes toda!
O Mundo Foi de Férias
Sábado, 19 de Maio de 2012
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Soluções originais para decorar casas pequenas
Caixas cheias de roupa e livros atrás das portas, malas de viagem repletas de sapatos debaixo da cama e até caixotes com cobertores, mantas e colchas na despensa da cozinha são uma constante na sua casa por causa da falta de espaço?
A 'Choices For Life' deixa-lhe alguns conselhos que o podem ajudar a criar soluções práticas para o seu dia a dia, que passam, por exemplo, pelo aproveitamento dos patamares das escadas com gavetas ou estantes por trás; utilização de móveis estreitos e elegantes nos corredores e materiais transparentes que alongam qualquer zona da casa; e distribuição de acessórios na parede de uma divisão.
Não se esqueça ainda de eliminar todos os objectos que estejam a mais, abusar das cores claras e dos espelhos para dar maior amplitude às divisões da casa; usar cortinados claros para facilitar a entrada de luz natural; evitar ter muitos tapetes espalhados por toda a casa, pois quanto mais chão tiver à mostra maior a casa parece; e aproveitar para fixar o LCD na parede para poupar espaço.

Outra ideia interessante são as prateleiras, mas não apenas na sala de estar para colocar livros, também no hall de entrada se não tiver espaço para um móvel e até para fazerem de mesas de cabeceira. Aproveite ainda os bancos com arrumação para a casa de banho, os sofás em que a chaise long é um baú e as camas com arrumação sob o colchão.
By Choices For Life in http://www.choices-forlife.com/news/ideias-originais-para-decorar-casas-pequenas/
A 'Choices For Life' deixa-lhe alguns conselhos que o podem ajudar a criar soluções práticas para o seu dia a dia, que passam, por exemplo, pelo aproveitamento dos patamares das escadas com gavetas ou estantes por trás; utilização de móveis estreitos e elegantes nos corredores e materiais transparentes que alongam qualquer zona da casa; e distribuição de acessórios na parede de uma divisão.
Não se esqueça ainda de eliminar todos os objectos que estejam a mais, abusar das cores claras e dos espelhos para dar maior amplitude às divisões da casa; usar cortinados claros para facilitar a entrada de luz natural; evitar ter muitos tapetes espalhados por toda a casa, pois quanto mais chão tiver à mostra maior a casa parece; e aproveitar para fixar o LCD na parede para poupar espaço.

Outra ideia interessante são as prateleiras, mas não apenas na sala de estar para colocar livros, também no hall de entrada se não tiver espaço para um móvel e até para fazerem de mesas de cabeceira. Aproveite ainda os bancos com arrumação para a casa de banho, os sofás em que a chaise long é um baú e as camas com arrumação sob o colchão.
By Choices For Life in http://www.choices-forlife.com/news/ideias-originais-para-decorar-casas-pequenas/
Terça-feira, 8 de Maio de 2012
Ideias para decorar o seu jardim ou terraço
O Instituto de Meteorologia anuncia bom tempo já a partir de amanhã e sol e calor são sinónimo de mais tempo fora de casa, seja à beira mar e no campo ou no conforto da sua varanda, terraço ou jardim.
Com o objectivo de o ajudar a melhorar esta zona da sua casa, a Choices For Life deixa-lhe alguns conselhos de decoração:
Jardim Vertical
Esta solução foi criada para amenizar a ausência de áreas verdes nos centros urbanos e para mudar a paisagem de espaços de pequenas dimensões e pode ser feita através da utilização de blocos pré-moldados que são aplicados na parede e preenchidos com a respectiva terra e planta ou flor que se desejar; através da compra de módulos de plástico que se encaixam uns nos outros criando um aspecto de ‘colmeia’; ou usar a técnica do quadro vivo, ou seja, criar uma moldura à volta das plantas. Esta é uma forma simples de dar textura e cor a uma varanda ou a um terraço ou tornar o seu jardim num espaço ainda mais verde e mais próximo da Natureza.
Vasos e Floreiras
Se prefere ideias mais tradicionais e simples pode na mesma ser original na sua concretização. Para além das floreiras suspensas ou com suporte, pode usar um banco ou uma pequena mesa colorida como apoio para os vasos; arranjar uma estante que funcione como ‘móvel de flores’ e até usar objectos da cozinha, como bules, xícaras e jarras e torná-los em vasos cheios de charme.
Iluminação a energia solar
É uma novidade entre nós e pode ser uma solução económica e brilhante para a sua varanda, terraço ou jardim. Seja em forma de flor, enfeite, esfera ou até de pássaro, qualquer ideia pode ser luminosa. Há várias opções por exemplo no IKEA, com preços que oscilam entre os 14,99€ e os 24,99€. Estas luzes podem ser aplicadas no chão, nas paredes, à volta de objectos ou suspensas.
O artigo é do site da Choices For Life: http://www.choices-forlife.com/news/ideias-para-decorar-o-seu-jardim-ou-terra%C3%A7o/
Com o objectivo de o ajudar a melhorar esta zona da sua casa, a Choices For Life deixa-lhe alguns conselhos de decoração:
Jardim Vertical
Esta solução foi criada para amenizar a ausência de áreas verdes nos centros urbanos e para mudar a paisagem de espaços de pequenas dimensões e pode ser feita através da utilização de blocos pré-moldados que são aplicados na parede e preenchidos com a respectiva terra e planta ou flor que se desejar; através da compra de módulos de plástico que se encaixam uns nos outros criando um aspecto de ‘colmeia’; ou usar a técnica do quadro vivo, ou seja, criar uma moldura à volta das plantas. Esta é uma forma simples de dar textura e cor a uma varanda ou a um terraço ou tornar o seu jardim num espaço ainda mais verde e mais próximo da Natureza.
Vasos e Floreiras
Se prefere ideias mais tradicionais e simples pode na mesma ser original na sua concretização. Para além das floreiras suspensas ou com suporte, pode usar um banco ou uma pequena mesa colorida como apoio para os vasos; arranjar uma estante que funcione como ‘móvel de flores’ e até usar objectos da cozinha, como bules, xícaras e jarras e torná-los em vasos cheios de charme.
Iluminação a energia solar
É uma novidade entre nós e pode ser uma solução económica e brilhante para a sua varanda, terraço ou jardim. Seja em forma de flor, enfeite, esfera ou até de pássaro, qualquer ideia pode ser luminosa. Há várias opções por exemplo no IKEA, com preços que oscilam entre os 14,99€ e os 24,99€. Estas luzes podem ser aplicadas no chão, nas paredes, à volta de objectos ou suspensas.
O artigo é do site da Choices For Life: http://www.choices-forlife.com/news/ideias-para-decorar-o-seu-jardim-ou-terra%C3%A7o/
Segunda-feira, 7 de Maio de 2012
Viagens: Lisboa eleita o 11.º melhor destino para 2012
A lista Traveler's Choice 2012, do TripAdvisor, posiciona Lisboa em 11.º lugar, à frente de destinos como Veneza (12.º), Edimburgo (13.º) e Madrid (14.º). O top 10 é encabeçado por Londres, seguida de Roma, Paris, Istambul, Barcelona, Berlim, Florença, Praga, Dublin e Amesterdão.
De acordo com o Turismo de Lisboa, os utilizadores do portal de turismo TripAdvisor elegeram Lisboa pela sua diversidade: de catedrais do século XII a modernas pontes que atravessam o rio Tejo, de aquedutos do século XVIII à futurista Gare do Oriente, Lisboa «atravessa os tempos», justifica o TripAdvisor. «Destaque, ainda, para os bairros típicos da Mouraria, Alfama e Bairro Alto, bem como para os inúmeros museus, mercados ao ar livre, elevadores, o Castelo e, claro, o Fado», lê-se no comunicado.
A capital portuguesa tem sido, nos últimos tempos, presença constante nos principais rankings da especialidade, bem como nos media, nacionais e internacionais, que confirmam a crescente atracção pelo destino, frisa a mesma fonte.
Trocar casamento tradicional por 'low cost' poupa milhares de euros
Casar já foi tradição e até ‘obrigação’, mas hoje é mais um luxo. Desde o bouquet até ao catering, passando pelo vestido de noiva, tudo acrescenta zeros à despesa final. Talvez por isso e pela tendência crescente do estado civil ‘união de facto’, o casamento vive momentos de crise. Enquanto em 2000 se celebravam uma média de 174 casamentos por dia, em 2010 não chegavam a 110 uniões. O Destak aceitou o desafio de organizar um casamento low cost, que prova que é possível ter vestido de noiva, bolo e bouquet, cerca de 20 convidados e ainda festa sem gastar mais de mil euros. Difícil sim, impossível não.
Use e abuse da sua casa
Entre os requisitos para atingir este objectivo está a lista (curta) de convivas, organizar tudo com pelo menos um mês de antecedência e conseguir um local gratuito para a festa. O ideal é ser na sala da sua casa (se for espaçosa) ou na de um familiar cheio de boa vontade e crença na felicidade ou mesmo num terraço ou jardim da casa de um amigo. Aqui está uma poupança imediata no aluguer do espaço e em deslocações para visitar quintas e restaurantes.
Confeccione a ementa
No que respeita à alimentação, aposte nas marcas brancas e faça uma lista bem organizada, cuja compra pode conseguir dividir com os pais dos noivos, familiares e até amigos. Não esqueça que os bolos, nomeadamente o dos noivos, devem ser comprados directamente numa fábrica e não em locais de revenda. Em média, o preço por kg ronda os 11 euros e as tortas e outras delícias de pastelaria custam cerca de 10 euros a unidade. Espumante, vinho, sumos e cerveja, salgados, sandes, semi-frios e pratos rápidos são itens que deve incluir na ementa. De salientar que o melhor é que o casamento no registo civil seja depois de almoço para poupar uma refeição e servir apenas o lanche e um jantar volante, que pode ser confeccionado em casa.
Case durante a semana
No que respeita à parte burocrática do casamento, é bom saber que se preferir um dia útil já está a poupar aproximadamente 70 euros, ou seja, fica-lhe em 120 euros. O ideal é marcar com um mês de antecedência, mais por causa dos divórcios do que pela concorrência dos casamentos.
Recrute ‘novos’ fotógrafos Contratar um fotógrafo pode rondar os 200 euros ou implicar a aquisição de fotos que custam em média 4 ou 5 euros cada. No entanto, isto pode ficar reduzido a zero. Como? Com alguma originalidade e mais uma vez a boa vontade dos seus convidados. Peça a todos para levarem as máquinas fotográficas, no final reúna as imagens, seleccione as que mais gosta e faça um álbum digital ou revele-as num hipermercado. Enquanto neste local paga 0,12 euros por unidade, numa loja gasta quase três vezes mais (0,32 euros). Por último, compre um álbum e não se exceda nas fotos, pois já não há tanta paciência para ver 500 fotos em que 300 são versões semelhantes.
Tenha um vestido por 20€
No que respeita ao vestuário da noiva, já não precisa de gastar dois ou três mil euros. Além das ideias low cost de reciclar o vestido de noiva da sua mãe, aproveitar promoções fora da época dos casamentos, procurar uma loja com roupa em segunda mão ou encomendar um vestido em lojas online que cobram um preço fixo (680€), pode ainda encontrar o vestido dos seus sonhos onde não iria imaginar: na feira. Dez ou vinte euros é o valor final de vestidos que podiam estar numa qualquer montra e que se não se disser a origem, ninguém irá adivinhar. São resultado de falências de lojas ou simplesmente restos de colecções que apenas precisam de lhe servir e de passar por uma lavandaria para recuperarem, na íntegra, a cor de origem. A feira é mesmo uma caixinha de surpresas e também tem fatos para homem por 30 euros.
Não diga que se vai casar
No que respeita ao penteado da noiva, o ideal é não avisar que é para um casamento. Pode sempre fazer testes algumas semanas antes, mas por preços bastante mais reduzidos se evitar a palavra ‘casamento’ e em vez de gastar 60 euros fique-se pelos 15 por cada penteado. Em relação ao bouquet, a palavra a evitar é a mesma ou vai ouvir preços acima dos 100 euros sempre que entrar numa florista. Para gastar menos pode comprar um ramo de flores e fazer em casa o arranjo ou comprar um já feito, mas sem dar a entender que é para um casamento. Na secção das alianças, lembre-se que o valor do ouro está bastante elevado. Uma solução low cost é o ouro de 9 quilates, que custa metade. Ou seja, em vez de cada aliança ser 200 euros fica em 90 ou 100. Por último, e o mais importante, aproveite a festa para se divertir e não se esqueça das vantagens de fazer uma cerimónia mais simples e discreta: consegue estar com todos os convidados; não gasta tanto dinheiro; e de certeza que não afectará a sua felicidade.
O que mudou nos últimos 10 anos?
Em 2000, celebravam-se uma média de 174 casamentos por dia, sendo mais de 41 mil católicos e 22 mil apenas pelo registo civil. Eles optavam por dar o nó com uma média de 27 anos e elas com menos de 26 e o número de divórcios por cada 100 casamentos rondava os 30. Dez anos depois, mais concretamente em 2010, registavam-se em média 109 uniões por dia, sendo menos de 17 mil católicas, o que se traduz numa quebra de 24 611 celebrações religiosas, e o número de bodas apenas pelo registo civil manteve-se estável. Já as separações dispararam para o dobro, sendo que cerca de 68,9 uniões em cada 100 terminaram com os papéis do divórcio. O perfil de quem dá o nó também mudou, passando a idade média dos noivos para os 30 anos.
Se o orçamento não é curto, escolha um espaço original?
O Destak foi descobrir espaços diferentes para realizar um casamento de sonho, sobretudo para aqueles que não têm um ‘budget’ apertado. Entre as sugestões, destaque para a tenda panorâmica do Cristo Rei, com uma capacidade até 1200 pessoas; a Noiva do Mar, situada na Lourinhã, para quem quer sentir a areia e a maresia neste dia tão especial; o Paço Real de Belas, que o brinda com o requinte de uma quinta ancestral; e o Bistrô Catering & Events que lhe permite um contacto directo com a Natureza da Serra de Sintra. Para saber mais sobre a organização de um casamento, aqui ficam dois sites com informações úteis: www.casamentoclick.com e www.noivasdeportugal.com.
Use e abuse da sua casa
Entre os requisitos para atingir este objectivo está a lista (curta) de convivas, organizar tudo com pelo menos um mês de antecedência e conseguir um local gratuito para a festa. O ideal é ser na sala da sua casa (se for espaçosa) ou na de um familiar cheio de boa vontade e crença na felicidade ou mesmo num terraço ou jardim da casa de um amigo. Aqui está uma poupança imediata no aluguer do espaço e em deslocações para visitar quintas e restaurantes.
Confeccione a ementa
No que respeita à alimentação, aposte nas marcas brancas e faça uma lista bem organizada, cuja compra pode conseguir dividir com os pais dos noivos, familiares e até amigos. Não esqueça que os bolos, nomeadamente o dos noivos, devem ser comprados directamente numa fábrica e não em locais de revenda. Em média, o preço por kg ronda os 11 euros e as tortas e outras delícias de pastelaria custam cerca de 10 euros a unidade. Espumante, vinho, sumos e cerveja, salgados, sandes, semi-frios e pratos rápidos são itens que deve incluir na ementa. De salientar que o melhor é que o casamento no registo civil seja depois de almoço para poupar uma refeição e servir apenas o lanche e um jantar volante, que pode ser confeccionado em casa.
Case durante a semana
No que respeita à parte burocrática do casamento, é bom saber que se preferir um dia útil já está a poupar aproximadamente 70 euros, ou seja, fica-lhe em 120 euros. O ideal é marcar com um mês de antecedência, mais por causa dos divórcios do que pela concorrência dos casamentos.
Recrute ‘novos’ fotógrafos Contratar um fotógrafo pode rondar os 200 euros ou implicar a aquisição de fotos que custam em média 4 ou 5 euros cada. No entanto, isto pode ficar reduzido a zero. Como? Com alguma originalidade e mais uma vez a boa vontade dos seus convidados. Peça a todos para levarem as máquinas fotográficas, no final reúna as imagens, seleccione as que mais gosta e faça um álbum digital ou revele-as num hipermercado. Enquanto neste local paga 0,12 euros por unidade, numa loja gasta quase três vezes mais (0,32 euros). Por último, compre um álbum e não se exceda nas fotos, pois já não há tanta paciência para ver 500 fotos em que 300 são versões semelhantes.
Tenha um vestido por 20€
No que respeita ao vestuário da noiva, já não precisa de gastar dois ou três mil euros. Além das ideias low cost de reciclar o vestido de noiva da sua mãe, aproveitar promoções fora da época dos casamentos, procurar uma loja com roupa em segunda mão ou encomendar um vestido em lojas online que cobram um preço fixo (680€), pode ainda encontrar o vestido dos seus sonhos onde não iria imaginar: na feira. Dez ou vinte euros é o valor final de vestidos que podiam estar numa qualquer montra e que se não se disser a origem, ninguém irá adivinhar. São resultado de falências de lojas ou simplesmente restos de colecções que apenas precisam de lhe servir e de passar por uma lavandaria para recuperarem, na íntegra, a cor de origem. A feira é mesmo uma caixinha de surpresas e também tem fatos para homem por 30 euros.
Não diga que se vai casar
No que respeita ao penteado da noiva, o ideal é não avisar que é para um casamento. Pode sempre fazer testes algumas semanas antes, mas por preços bastante mais reduzidos se evitar a palavra ‘casamento’ e em vez de gastar 60 euros fique-se pelos 15 por cada penteado. Em relação ao bouquet, a palavra a evitar é a mesma ou vai ouvir preços acima dos 100 euros sempre que entrar numa florista. Para gastar menos pode comprar um ramo de flores e fazer em casa o arranjo ou comprar um já feito, mas sem dar a entender que é para um casamento. Na secção das alianças, lembre-se que o valor do ouro está bastante elevado. Uma solução low cost é o ouro de 9 quilates, que custa metade. Ou seja, em vez de cada aliança ser 200 euros fica em 90 ou 100. Por último, e o mais importante, aproveite a festa para se divertir e não se esqueça das vantagens de fazer uma cerimónia mais simples e discreta: consegue estar com todos os convidados; não gasta tanto dinheiro; e de certeza que não afectará a sua felicidade.
O que mudou nos últimos 10 anos?
Em 2000, celebravam-se uma média de 174 casamentos por dia, sendo mais de 41 mil católicos e 22 mil apenas pelo registo civil. Eles optavam por dar o nó com uma média de 27 anos e elas com menos de 26 e o número de divórcios por cada 100 casamentos rondava os 30. Dez anos depois, mais concretamente em 2010, registavam-se em média 109 uniões por dia, sendo menos de 17 mil católicas, o que se traduz numa quebra de 24 611 celebrações religiosas, e o número de bodas apenas pelo registo civil manteve-se estável. Já as separações dispararam para o dobro, sendo que cerca de 68,9 uniões em cada 100 terminaram com os papéis do divórcio. O perfil de quem dá o nó também mudou, passando a idade média dos noivos para os 30 anos.
Se o orçamento não é curto, escolha um espaço original?
O Destak foi descobrir espaços diferentes para realizar um casamento de sonho, sobretudo para aqueles que não têm um ‘budget’ apertado. Entre as sugestões, destaque para a tenda panorâmica do Cristo Rei, com uma capacidade até 1200 pessoas; a Noiva do Mar, situada na Lourinhã, para quem quer sentir a areia e a maresia neste dia tão especial; o Paço Real de Belas, que o brinda com o requinte de uma quinta ancestral; e o Bistrô Catering & Events que lhe permite um contacto directo com a Natureza da Serra de Sintra. Para saber mais sobre a organização de um casamento, aqui ficam dois sites com informações úteis: www.casamentoclick.com e www.noivasdeportugal.com.
Quinta-feira, 29 de Março de 2012
Agradáveis à superfície
É assim com quase todos os que vou conhecendo nesta vida: tão agradáveis à superfície, maravilhosos, espectaculares, sabendo sempre o que dizer. Mas por baixo dessa superfície há mais qualquer coisa: não são pessoas capazes de se sacrificar - foram ensinados que têm demasiado a perder. E quando chegar o momento, se chegar, sabemos que não teremos ninguém com quem chorar. Porque chorar não é agradável.
(Adaptado de um excerto de "American Rust" de Philipp Meyer)
(Adaptado de um excerto de "American Rust" de Philipp Meyer)
Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Astros que arrefecem
Não tenho culpa. Acredita. Às duas por três desacreditamo-nos da poesia, esquecemo-la entre a cadência do respirar e do andar, e depois já não sabemos quem somos. Quem fomos. Como se o sabor dos dias se assombrasse com a renúncia do(s) sonho(s) e a música não fosse mais que silêncios encadeados entre si. Caiu a noite e já só me resta meia dúzia de cigarros até ao deitar.
António Gedeão irrompe pelos olhos adentro. Assim, numa brutalidade crua que eu julgava perdida, que eu pensava esquecida. A barbaridade que me acerta as sensações com as memórias, e o fluxo de todo um passado que se exuma involuntariamente. Incoerentemente. Para minha surpresa.
Os que passam e os que ficam.
Todos se desconhecem.
Os astros nada explicam:
Arrefecem
Os teus olhos. A perspicácia dos teus olhos. O silêncio do teu olhar. E eu sem saber se estou a ser ridículo e me devo calar. Ou se devo continuar com as minhas teorias e esperar que não me consideres (demasiado) estrambólico. Demasiado parvo. Calo-me e depois volto às teorias. Continuas a dar-me atenção e eu continuo sem saber se estou a agir como devo agir. E os teus olhos que não me dão respostas. Ao invés de um certo desassossego, afinal é quietude que sinto. Talvez seja isso a única certeza que tenho: a quietude da tua presença. E continuo a debitar teorias como se não houvesse amanhã - há que aproveitar os momentos.
A verdade - esta que por agora se atém a meus pés - é que o tempo não quis nada connosco. Os momentos alinhavaram-se desencontrados e tudo o que sobrou foram silêncios sem poesia. Silêncios de pedra. Não é que não goste de silêncio, nada disso. Aliás, prefiro silêncio a meia dúzia de banalidades ditas por dizer. Mas quando os silêncios se procuram nas incertezas do futuro, percebemos que são como "os astros, nada explicam" e "arrefecem"-nos. Trinta e três graus abaixo de zero. E resta-nos apenas Gedeão, Shivaree a cantar Goodnight Moon ao longe e uma mão cheia de nada.
A outra verdade é que fiz das emoções silêncios. E não quis assumir que os momentos não são mais que incertezas que não se devem tomar à letra. Deixei para amanhã o que não devia ter calado ontem, e não me vi des-transparecer. Uma pessoa cede à distância, cede ao esquecimento, e depois desiste. Estás diante do espelho, olhos nos olhos contigo próprio, e depois já nem sabes quem deixaste para trás. Estás ali, de carne e osso, vivo, com vida, e tudo te é possível, sem dor, sem mágoa, sem estremecimentos - o limite são os teus sonhos. Os sonhos são o teu céu.
Não, seguramente que nada te dói.
E depois, quando a noite se apresta a coalhar em luz, a música que está a passar na rádio convoca-te para outra dimensão e começas a doer-te. O coração reduzido a uma noz, os sentidos embrulhados em espigões. A pele áspera de pensamentos e a boca cheia de pó. Espasmos por cada inspiração e expiração. E percebes que te estás a dever em palavras e actos. Percebes. (...) Todos passam por nós / e ninguém nos conhece. (...) E percebes que ficaste aquém de ti mesmo. Porque nada fizeste para não te esqueceres.
E a amizade ficou sem voz.
António Gedeão irrompe pelos olhos adentro. Assim, numa brutalidade crua que eu julgava perdida, que eu pensava esquecida. A barbaridade que me acerta as sensações com as memórias, e o fluxo de todo um passado que se exuma involuntariamente. Incoerentemente. Para minha surpresa.
Os que passam e os que ficam.
Todos se desconhecem.
Os astros nada explicam:
Arrefecem
Os teus olhos. A perspicácia dos teus olhos. O silêncio do teu olhar. E eu sem saber se estou a ser ridículo e me devo calar. Ou se devo continuar com as minhas teorias e esperar que não me consideres (demasiado) estrambólico. Demasiado parvo. Calo-me e depois volto às teorias. Continuas a dar-me atenção e eu continuo sem saber se estou a agir como devo agir. E os teus olhos que não me dão respostas. Ao invés de um certo desassossego, afinal é quietude que sinto. Talvez seja isso a única certeza que tenho: a quietude da tua presença. E continuo a debitar teorias como se não houvesse amanhã - há que aproveitar os momentos.
A verdade - esta que por agora se atém a meus pés - é que o tempo não quis nada connosco. Os momentos alinhavaram-se desencontrados e tudo o que sobrou foram silêncios sem poesia. Silêncios de pedra. Não é que não goste de silêncio, nada disso. Aliás, prefiro silêncio a meia dúzia de banalidades ditas por dizer. Mas quando os silêncios se procuram nas incertezas do futuro, percebemos que são como "os astros, nada explicam" e "arrefecem"-nos. Trinta e três graus abaixo de zero. E resta-nos apenas Gedeão, Shivaree a cantar Goodnight Moon ao longe e uma mão cheia de nada.
A outra verdade é que fiz das emoções silêncios. E não quis assumir que os momentos não são mais que incertezas que não se devem tomar à letra. Deixei para amanhã o que não devia ter calado ontem, e não me vi des-transparecer. Uma pessoa cede à distância, cede ao esquecimento, e depois desiste. Estás diante do espelho, olhos nos olhos contigo próprio, e depois já nem sabes quem deixaste para trás. Estás ali, de carne e osso, vivo, com vida, e tudo te é possível, sem dor, sem mágoa, sem estremecimentos - o limite são os teus sonhos. Os sonhos são o teu céu.
Não, seguramente que nada te dói.
E depois, quando a noite se apresta a coalhar em luz, a música que está a passar na rádio convoca-te para outra dimensão e começas a doer-te. O coração reduzido a uma noz, os sentidos embrulhados em espigões. A pele áspera de pensamentos e a boca cheia de pó. Espasmos por cada inspiração e expiração. E percebes que te estás a dever em palavras e actos. Percebes. (...) Todos passam por nós / e ninguém nos conhece. (...) E percebes que ficaste aquém de ti mesmo. Porque nada fizeste para não te esqueceres.
E a amizade ficou sem voz.
Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Terça-feira, 13 de Março de 2012
O problema é só olhar para o curto prazo
Confesso que ando um bocado farto da crise. Ele é economia em recessão, despedimentos, desemprego, crescimento negativo, saldo negativo, mais desemprego, mais recessão. Crise, crise, e mais crise. Depressão. Ando cansado...
Mas consigo ainda estar mais farto desses "arautos" da verdade com vistas curtas. Vistas de curto prazo que não enxergam um palmo à frente dos bolsos cheios e se regozijam com discursos de circunstância.
Citando "23 coisas que nunca lhe contam sobre a Economia"* (com um exemplo prático e tudo; os distaques (ah, ah, inside joke!) e os parêntesis são meus):
«O corte de postos de trabalho pode aumentar a produtividade no curto prazo, mas ter consequências no longo prazo.
Dispor de menos trabalhadores significa maior intensidade do factor trabalho, o que cansa os trabalhadores e os torna mais propensos a cometer erros, reduzindo a qualidade do produto e, em consequência, a reputação da empresa.
Mais importante é que o aumento da insegurança laboral, que resulta da ameaça constante da redução de postos de trabalho, desincentiva os trabalhadores a investirem na aquisição de competências específicas da empresa, minando o potencial produtivo da empresa.
A distribuição de dividendos mais elevados e a ocorrência de mais recompras de acções próprias reduzem os lucros retidos, a principal fonte de investimento empresarial nos Estados Unidos e noutros países capitalistas ricos, diminuindo, por conseguinte, o investimento.
O impacto de um menor investimento pode não ser sentido no curto prazo, mas no longo prazo a situação implica o atraso tecnológico da empresa (para os mais desatentos, criar sites bonitos, disponibilizar aplicações para tablets e interagir pelo facebook não resolve a questão de fundo) e ameaça a sua própria sobrevivência.
(E agora o exemplo prático:)
Pense-se na forma como a General Motors desperdiçou a sua dominância absoluta sobre a industria automóvel mundial e acabou por ir à falência quando estava na linha da frente da maximização do valor para o accionista, reduzindo constantemente o número de trabalhadores e abstendo-se de investir.
A fragilidade da estratégia de gestão orientada para o curto prazo da GM tornou-se evidente pelo menos a partir dos anos 80, mas foi prosseguida até à sua falência, em 2009, porque havia contentado gestores e accionistas, embora debilitasse a empresa.»
Sim, ando farto de visões de curto prazo, mas o que me entristece mesmo é saber que hoje dá o último episódio de "The Walking Dead". O que tem isto a ver com a economia e a crise? Ora bem, zombies é o que não faltam por aí! (e sim, é uma piada óbvia).
* de Ha-Joon Chang
Mas consigo ainda estar mais farto desses "arautos" da verdade com vistas curtas. Vistas de curto prazo que não enxergam um palmo à frente dos bolsos cheios e se regozijam com discursos de circunstância.
Citando "23 coisas que nunca lhe contam sobre a Economia"* (com um exemplo prático e tudo; os distaques (ah, ah, inside joke!) e os parêntesis são meus):
«O corte de postos de trabalho pode aumentar a produtividade no curto prazo, mas ter consequências no longo prazo.
Dispor de menos trabalhadores significa maior intensidade do factor trabalho, o que cansa os trabalhadores e os torna mais propensos a cometer erros, reduzindo a qualidade do produto e, em consequência, a reputação da empresa.
Mais importante é que o aumento da insegurança laboral, que resulta da ameaça constante da redução de postos de trabalho, desincentiva os trabalhadores a investirem na aquisição de competências específicas da empresa, minando o potencial produtivo da empresa.
A distribuição de dividendos mais elevados e a ocorrência de mais recompras de acções próprias reduzem os lucros retidos, a principal fonte de investimento empresarial nos Estados Unidos e noutros países capitalistas ricos, diminuindo, por conseguinte, o investimento.
O impacto de um menor investimento pode não ser sentido no curto prazo, mas no longo prazo a situação implica o atraso tecnológico da empresa (para os mais desatentos, criar sites bonitos, disponibilizar aplicações para tablets e interagir pelo facebook não resolve a questão de fundo) e ameaça a sua própria sobrevivência.
(E agora o exemplo prático:)
Pense-se na forma como a General Motors desperdiçou a sua dominância absoluta sobre a industria automóvel mundial e acabou por ir à falência quando estava na linha da frente da maximização do valor para o accionista, reduzindo constantemente o número de trabalhadores e abstendo-se de investir.
A fragilidade da estratégia de gestão orientada para o curto prazo da GM tornou-se evidente pelo menos a partir dos anos 80, mas foi prosseguida até à sua falência, em 2009, porque havia contentado gestores e accionistas, embora debilitasse a empresa.»
Sim, ando farto de visões de curto prazo, mas o que me entristece mesmo é saber que hoje dá o último episódio de "The Walking Dead". O que tem isto a ver com a economia e a crise? Ora bem, zombies é o que não faltam por aí! (e sim, é uma piada óbvia).
* de Ha-Joon Chang
Terça-feira, 6 de Março de 2012
Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
Sisley aposta em conceito de independência
A Sisley acaba de lançar a nova campanha mundial para a Primavera/Verão 2012, sob o lema 'Sê Independente'. A campanha da marca apresenta seis fotos e seis mini filmes assinados pelo artista belga Kurt Stallaerte.
Entre as imagens da campanha, destaque para alguém a roubar a lâmina de um barbeiro; ou a pintar as parades de uma casa sozinho; e até a beijar o seu próprio reflexo no espelho.
O objectivo da marca é incentivar as pessoas a terem uma personalidade livre no dia a dia, sem dependerem de ninguém e sob o mote do 'faz tu mesmo'!

Entre as imagens da campanha, destaque para alguém a roubar a lâmina de um barbeiro; ou a pintar as parades de uma casa sozinho; e até a beijar o seu próprio reflexo no espelho.
O objectivo da marca é incentivar as pessoas a terem uma personalidade livre no dia a dia, sem dependerem de ninguém e sob o mote do 'faz tu mesmo'!
Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012
Globe: Primavera com Flores e Riscas
A nova colecção de Primavera-Verão da Globe brinda os portugueses com uma mistura de flores, bolas, riscas e tons neutros lisos.
Vestidos pinçados e cintados para acentuar a forma feminina do corpo e decotes pouco evidenciados, calças em tons claros e camisas floridas, sobretudo em tons azuis e verdes, são algumas das propostas da marca.
No que respeita a casacos e malhas, destaque para as riscas (horizontais e oblíquas) e para os tons simples e lisos. O branco puro, o eterno preto e o glamouroso vermelho são cores essenciais para a Primavera-Verão.
Aqui ficam alguns modelos:





Vestidos pinçados e cintados para acentuar a forma feminina do corpo e decotes pouco evidenciados, calças em tons claros e camisas floridas, sobretudo em tons azuis e verdes, são algumas das propostas da marca.
No que respeita a casacos e malhas, destaque para as riscas (horizontais e oblíquas) e para os tons simples e lisos. O branco puro, o eterno preto e o glamouroso vermelho são cores essenciais para a Primavera-Verão.
Aqui ficam alguns modelos:





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